quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Pior era impossível


Ontem não houve assobios. Ao contrário do que tinha pedido Pinto da Costa, os assobios ficaram em casa, o que de nada valeu porque assistimos provavelmente a um dos jogos mais fracos do ano (aquela segunda parte nem comentários merece).

Bem sei que podem vir falar da estatística, do domínio avassalador em cantos, remates, posse de bola,  passes para o lado etc etc. O que fica, mais uma vez, é um FC Porto sem ideias, sem chama, sem garra. Mesmo contra um Rio Ave versão Taça da Liga, com estreias e com 6 jogadores diferentes em relação ao último jogo, não fomos capazes de os dominar e sufocar. Não se compreende como depois de marcado o primeiro golo, uma tarefa sempre difícil neste FC Porto, a equipa se retraiu, deixando o Rio Ave subir de produção, acabando por chegar ao golo do empate. 

Na segunda parte foi o que se viu. O Rio Ave controlou o jogo a seu belo prazer, com o FC Porto a circular a bola sempre à entrada da área do mesmo, como se de um jogo de andebol se tratasse. Muitas foram as vezes em que houve um centro bem de trás para a área mas a bola nunca ia parar a um jogador do FC Porto. Quando vamos começar a colocar mais gente na área, à semelhança do que já fazem os restantes candidatos ao título?

Quem podemos destacar deste jogo? Os adeptos por terem aguentado os nervos durante a maior parte do jogo.

PS: A comida estava boa no camarote?

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